domingo, 25 de setembro de 2011

A fonte fazia



Adormeci na longa noite,
e a luz que me seguia já não brilha mais;
Esqueci da olivia e seu óleo
e a lamparina se apagou...

A luz que agora me cercas é da razão,
da utopia, de uma verdade,
uma luz meia opaca, sem brilho, sem cor,
sem o esplendor de antes;

De quem és essa luz?
Que nem sombra reflete esse chão de barro;
Não sei ao certo,
nem de onde vem e nem para onde vai...

O pão que Deus dar diariamente,
apodrece no fim de cada dia,
sem sabor nenhum.
Como pode isso ter acontecido?
Aonde estar o lago de minha inspiração?

O lago secou, foi sugado terra abaixo,
bem profundo,
na qual não posso mais ir e nem olhar,
somente ao longe lembrar dessa fonte
na qual me fazia bem e feliz.

2 comentários:

lola disse...

Buenos días!!
Te pido disculpa por la tardanza en contestarte

Un abrazo

O Diário da Engenheira disse...

Lindo!
A foto da fonte foi voce que tirou?

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